San Sisto era o Santo Padroeiro da antiga Pisa medieval e era comemorado no dia 6 de Agosto. Este dia foi considerado auspicioso para a cidade como o aniversário de importantes vitórias da República de Pisa. No entanto, em 6 de Agosto 1284, Pisa perdeu 12 mil homens na Batalha de Meloria. Desde então, San Sisto deixou de ser comemorado. A partir de 1958, por vontade dos amigos do Pisa, em 6 de Agosto no dia de San Sisto, voltou a comemorar-se o dia de todos os mortos das batalhas de Pisa.Só passado cerca de uma hora é que a tempestade abrandou, sendo então possível visitarmos a tão afamada Torre de Pisa. Um pouco afastados da edificação os turistas atropelam-se para captarem fotos, "ajudando a escorar" a Torre.
A Torre de Pisa, que começou a ser construída em 1174, foi projectada para abrigar os sinos da Catedral da cidade. Quando três dos oito andares estavam prontos, notou-se uma ligeira inclinação, devido a um afundamento do terreno. Tentando-se compensar a falha, os outros andares foram construídos um pouco maiores do lado mais baixo da torre. Só que a estrutura afundou ainda mais pelo excesso de peso. A torre acabou de ser concluída inclinada, em 1350, atingindo os 56 metros de altura. Hoje, a sua inclinação chega aos cinco graus.Depois a tão esperada entrada na Torre, numa grande fila de turistas. Uma das coisas que mais impressiona quando se sobe a Torre de Pisa, é a sensação de subir escadas em espiral, numa torre que se apoia inclinada, provocando vertigens a quem a sobe. Lá em cima, o panorama é belíssimo, uma autêntica vista aérea da cidade e arredores.
A cidade Pisa conserva ainda um aspecto antigo, com casario antigo em tons pastel e muitas igrejas. Nas margens do rio Arno, as edificações apresentam um aspecto muito arrumadinho, sendo ali que encontramos a Igreja de Santa Maria della Spina, uma pequena igreja ao lado Ponte Solferino, que guarda uma “spina” (espinho), uma relíquia da Coroa de Espinhos de Cristo.
No final da visita à cidade de Pisa, voltámos à autocaravana e mais uma vez sob chuva intensa e grande trovoada, posemo-nos a caminho de Florença, onde queríamos ir pernoitar.
Fonte: Wikipédia / www.travelplan.it/pisa_guide.htm
Primeiro parámos para o almoço, no lado exterior da alta cerca murada da ampla área monumental de Pisa, onde se encontram o Duomo (a catedral), o Baptistério, o Museu do Duomo e o Campanário do Duomo, isto é, a famosa Torre de Pisa.
Mas a famosa Torre de Pisa, é apenas um elemento de um trio de esplendores românicos construídos em Pisa, sobre o tapete verde da Piazza dei Miracoli (Praça dos Milagres), também designada de Piazza del Duomo.
O primeiro monumento a ser visitado por nós, foi o Baptistério. Dedicado a São João Batista, fica em frente à extremidade Oeste do Duomo. É uma construção circular em estilo românico e o maior baptistério da Itália e a sua construção foi iniciada em meados do século XII, sob a orientação do arquitecto Diotisalvi, mas só terminou no séc. XIV. O nome do seu arquitecto está mencionado num pilar do interior, como “Magister Diotosalvi”. 
Pisa é uma cidade na região da Toscana, na Itália central, situada na margem direita da foz do rio Arno. Na realidade a cidade fica na junção de dois rios, o Arno e o Serchio, no Mar da Ligúria formando uma zona de laguna.
Actualmente a cidade encontra-se a 17 km do litoral. Acredita-se que a inclinação da famosa Torre de Pisa se deva ao facto de lá ter existido mar ou um estuário maior que o actual. O antigo porto encontra-se enterrado sob a estação ferroviária de San Rossore. Diz a tradição que foi no Porto de Pisa que S. Pedro desembarcou para pregar o Evangelho, tendo daí seguido para Roma.

Da estrada ainda se vai vislumbrando ao longe, aqui e além, algumas praias e belíssimas enseadas. Do lado terra, vêem-se também pitorescas cidadezinhas, algumas situadas em altos rochedos e montes cobertos de luxuriante vegetação, salpicados de pequenas povoações.
À entrada da cidade, encontrámos o parque para autocaravanas, há esquerda, só com algumas tomadas eléctricas, tendo a sorte de ficarmos com uma delas. A noite decorreu conturbada, com cigarras cantando sem parar e imensos mosquitos.
Mais à frente e já no litoral, aparece-nos Levanto, muito popular no Verão e no Inverno, pelo seu clima muito ameno. Há restos de muralhas medievais e um velho castelo. A sua torre do relógio é a única torre que ainda está de pé.
O seu porto atende principalmente iates, mas a cidade também é lar de uma frota de pesca de pequena dimensão. Há uma ampla quantidade de hotéis e restaurantes, bares, cafés e sorveterias, espalhados ao longo da costa e uma selecção de passeios na marginal, para as passeatas à beira-mar. As praias concessionadas sucedem-se espalhando-se pelo litoral.
Portofino é uma bonita vila de casas coloridas, construídas em torno de uma meia-lua, a forma do seu porto natural. Acima da aldeia, empoleirado na encosta escarpada, encontra-se o Castello Brown.
Mais uma vez a caminho, passamos outra vez por Rapallo e seguimos viagem, encontrando no caminho para Leste, Sestri Levante, uma estância balnear e de inverno, definida sobre um promontório entre duas baías. Sestri Levante tem um passeio à beira-mar muito agradável, com amplas vistas sobre o Golfo de Rapallo ou Golfo Tigullio. Na ponta do promontório, encontram-se os Gualino Castelli, umas pequenas imitações de castelos medievais. Há também uma pista de caminhada no sul do cabo rochoso de Monte Castello.
Camogli é a primeira povoação que se encontra. É uma encantadora vila piscatória situada num afloramento rochoso. Camogli tem uma bela praia e os típicos prédios coloridos em tons pastel.
