Mosteiro de Poblet II

No meio da praça e à frente desta porta ergue-se uma grande cruz em pedra, do séc. XVI, sobre um pódio de quatro escalões.
A Norte da praça vê-se uma capela muito austera, que foi dedicada em 1251, a Santa Catarina. Mandada construir pelo conde Raimundo Berenguer IV, era o lugar onde oravam os visitantes de honra, antes de aceder à clausura. Acede-se ao interior do mosteiro por uma porta românica muito simples, coberta por uma abóbada.

A uns metros da porta barroca de acesso à Igreja do Mosteiro, encontra-se a Porta Real encaixada entre duas torres, que foram outrora torres-cárceres. Uma vez traspassada a porta, o visitante encontra-se à sua esquerda com os vestígios das habitações dos conversos. À direita, umas escadas em pedra conduzem ao palácio do rei Martim I de Aragão, de princípios do séc. XV (destinado ao museu).

Frente à Porta Real vê-se o átrio do claustro (nº 15). À esquerda do átrio estão as adegas (nº 14), edifício que anteriormente foi sala de jantar dos leigos ou conversos. Sobre esta estância construiu-se no séc. XIV, o dormitório de monges jubilados.
À direita deste átrio estão os lagares do séc. XIII (nº 10), que foram na sua origem o dormitório de leigos. O muro Sul está encostado ao lado Norte da igreja. Dentro do átrio ou hall acede-se à esquina de confluência com a zona Norte-Oeste do claustro (nº 8).

Embora este mosteiro não seja tão grande como o Mosteiro de Alcobaça, tem também grande beleza, apresentando uma arquitectura marcadamente cisterciense. Em 1991 foi declarado pela UNESCO, Património da Humanidade. Em Espanha, os mosteiros de Poblet, Guadalupe, Escorial, San Millán de Yuso e San Millán de Suso, são os únicos mosteiros que conseguiram este título.

Após a visita à Igreja, Claustro, Museu e demais dependências do Mosteiro de Santa Maria de Poblet, partimos rumo à vila vizinha de Montblanc, cuja grandeza medieval, não podia deixar de visitar.
Fonte: Wikipédia
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